Central de vendas:

(34) 2512-0244
Gestão de crise escolar: como deixar de apagar incêndios e começar a lucrar

Gestão de crise escolar: como deixar de apagar incêndios e começar a lucrar

Equipe iScholarLeitura: 13 min

A gestão de crise escolar é necessária porque toda escola tem crises.

E “crise” não é necessariamente o fim do mundo. A palavra, quando associada a “gestão de crise”, pode ter vários significados, desde as situações mais complicadas até as mais básicas.

Mas ao mesmo tempo, não é toda escola que vive de correr atrás de crises e resolver problemas. O clássico “apagar incêndio”, que é algo corriqueiro, não pode impedir a escola de crescer e se desenvolver.

No texto de hoje, vamos conversar melhor sobre a gestão de crise escolar, para entender como ela é feita da melhor forma possível.

Mas primeiro, precisamos entender o que é a crise. Depois, vamos entender como a gestão de crise é feita em empresas. E por último, como fugir da vida de apagar incêndio deixando a gestão de crises muito bem alinhada na escola.

Vamos juntos?

O que é crise para a gestão de crises?

Peças de madeira alinhadas sobre fundo azul
Primeiro, precisamos entender o que exatamente é a crise. E isso pode ser bastante complexo.

Falando de crises, sempre pensamos em algo absolutamente catastrófico, que faz tudo parar. Mas não é bem por aí.

A maioria dos incêndios nas empresas começam como pequenas questões.

Uma crise é tudo o que viola processos e leva a empresa ao caminho contrário dos seus objetivos de negócio.

Então vamos pensar em alguns exemplos simples: a equipe de marketing escolar não fez a organização do orçamento para o próximo ano letivo, e já estamos em março.

Sem esse orçamento aprovado, não é possível publicar nada nas redes sociais, fazer anúncios, criar outdoors etc.

Agora uma crise de menor proporção: houve um aumento de 30% na inadimplência escolar.

Então, é interessante entender que o incêndio é uma crise, mas nem toda crise é um incêndio. Elas começam pequenas, às vezes.

Com isso entendido, podemos passar para a próxima parte do texto:

Como a gestão de crises é feita no ambiente corporativo?

Peças de madeira com uma delas pintada de vermelho
Escolas particulares são, acima de tudo, empresas.

Isso é bastante diferente de escolas públicas, por exemplo. Nelas, existe compliance com a verba destinada, mas não existe a necessidade de lucrar.

A escola tem uma capacidade X. Ela ter 2X de capacidade é algo que cabe somente ao governo municipal, estadual ou federal determinar.

Escolas particulares são diferentes porque elas precisam do lucro para continuar expandindo. E essa expansão é necessária pelas pressões do mercado.

As escolas que não crescem, morrem. E crescer não precisa ser aumentar a estrutura e aceitar mais alunos. Pode ser a inauguração de novos períodos letivos, ou a inclusão de estratégias inovadoras de ensino etc.

Mas enfim. Estamos falando sobre tudo isso porque precisamos entender como a gestão de crises é feita dentro do cenário corporativo.

Assim, vamos conseguir entender qual é o background básico que temos que ter ao falar sobre o assunto.

No próximo tópico, vamos pegar esse background e relacioná-lo com a ideia da gestão de crises na escola.

Vamos juntos:

O que é a gestão de riscos dentro do ambiente corporativo?

A gestão de riscos é um conjunto de estratégias e práticas que visam identificar, avaliar e mitigar ameaças que podem comprometer o funcionamento de uma empresa. 

Em escolas particulares, isso se traduz na previsão e solução de problemas financeiros, administrativos, acadêmicos e de segurança.

Identificação de riscos

O primeiro passo na gestão de riscos é mapear as possíveis ameaças ao funcionamento da escola. 

Isso inclui desde crises financeiras até mudanças regulatórias que impactam o setor educacional.

Avaliação do impacto

Uma vez identificados os riscos, é necessário avaliar o impacto de cada um. 

Algumas ameaças podem ser de baixo risco e exigem poucas intervenções, enquanto outras podem comprometer seriamente o funcionamento da instituição.

Desenvolvimento de estratégias de mitigação

Com base na avaliação, são criadas estratégias para minimizar ou eliminar os riscos. 

No caso de uma escola, isso pode significar a diversificação de fontes de receita, investimentos em tecnologia para ensino online ou a revisão de protocolos de segurança.

Monitoramento e revisão

A gestão de riscos é um processo contínuo. As ameaças mudam com o tempo, e as estratégias precisam ser revisadas regularmente para garantir que continuem eficazes.

Implementação de planos de contingência

Por fim, um bom plano de gestão de riscos deve incluir um plano de contingência para crises inesperadas. 

Isso garante que a escola tenha a capacidade de reagir rapidamente e minimizar danos caso algum problema aconteça.

Como fazer a gestão de crise escolar?

Como vimos, a gestão de crise no ambiente corporativo segue um padrão bem simples.

É necessário identificar a crise escolar, avaliar o impacto, desenvolver estratégias para mitigação e fazer a aplicação dos planos.

Porém, para deixar tudo ainda bem mais claro, precisamos relacionar esses conceitos com a própria escola — ou seja, como exatamente tudo isso acontece dentro de uma instituição de ensino?

Pensando nisso, desenvolvemos cinco passos simples para fazer a gestão de crise escolar. Acompanhe logo abaixo:

1. Identificar a crise escolar

Exemplo: O que é considerado uma crise em uma escola pode ser desde um incidente de bullying até uma crise maior, como uma ameaça de violência ou um surto de doenças.

É fundamental que a escola identifique rapidamente o que caracteriza uma crise. A crise escolar pode variar de acordo com sua natureza, abrangência e impacto na comunidade escolar. Pode envolver questões internas, como problemas disciplinares, ou externas, como situações que envolvem a segurança dos alunos.

2. Avaliar o impacto da crise

Exemplo: Em uma crise de bullying, a avaliação pode envolver a análise do impacto na saúde emocional dos estudantes envolvidos, além de identificar como isso afeta o ambiente escolar de maneira mais ampla.

Depois de identificar a crise, é necessário avaliar como ela afeta a escola. 

Esse processo envolve a consideração dos diferentes aspectos da crise, como o impacto emocional, pedagógico e até financeiro, caso envolva danos materiais. 

A avaliação deve ser feita rapidamente para determinar a magnitude da crise.

3. Desenvolver estratégias para mitigação

Exemplo: Para uma crise de bullying, estratégias de mitigação podem incluir programas de conscientização, implementação de medidas de apoio psicológico para as vítimas e treinamento de professores para lidar com essas situações.

Após a avaliação, é essencial desenvolver um plano de ação para mitigar os efeitos da crise. 

O foco deve ser a proteção dos alunos e funcionários, garantindo que a segurança e o bem-estar sejam priorizados. 

Dependendo da crise, o plano pode incluir ações de curto e longo prazo.

4. Aplicar o plano de gestão de crise

Exemplo: No caso de um surto de doenças na escola, o plano pode envolver a suspensão das aulas presenciais, campanhas de conscientização sobre higiene e medidas de distanciamento social.

A aplicação do plano envolve colocar em prática as ações definidas para enfrentar a crise.

Isso pode incluir a comunicação com a comunidade escolar, o acompanhamento das medidas de mitigação e a adaptação das atividades escolares conforme necessário. 

A implementação deve ser feita de maneira rápida e eficaz para minimizar os danos.

5. Monitorar e ajustar as ações

Exemplo: Caso as medidas contra o bullying não estejam surtindo o efeito esperado, pode ser necessário rever as abordagens adotadas e introduzir novas estratégias, como reforçar a participação dos pais ou criar novos grupos de apoio.

Mesmo após a implementação, é importante monitorar a situação e ajustar as ações conforme necessário. 

A crise pode evoluir, e a escola precisa ser capaz de adaptar suas estratégias para lidar com novas informações ou desafios. 

A monitorização contínua garante que a gestão da crise seja eficaz a longo prazo.

Quanto mais visibilidade, menos crises 

A verdade é que se você está lendo um texto sobre gestão de crises na internet, é bem possível que os incêndios estejam um pouco difíceis de apagar aí na sua escola, não é?

Tudo o que conversamos aqui é trabalho preventivo. E você precisa se prevenir cada vez mais. A gestão de crise é 50% preparo.  

A única forma de se preparar bem é através de um ERP Escolar. Todas as áreas, funcionários, alunos, turmas e as informações da secretaria vão estar lá, fácil de consultar.

Faça um teste guiado hoje clicando no banner logo abaixo. Vou ficar te esperando!

Banner Solicite demonstração 3.2.png

Marcadores:

Equipe iScholar

Equipe iScholar

Ver todos os artigos

Com 18 anos de expertise, nossa missão é transformar escolas em grandes empresas. Desde as soluções tecnológicas que desenvolvemos aos conteúdos que produzimos em nosso blog e materiais ricos, nosso intuito é um só: te auxiliar a conquistar uma gestão escolar de alto nível!

Compatilhar
Compatilhar

Escolha crescer hoje com o iScholar!

Tenha uma empresa de alta performance com o melhor sistema de gestão escolar. Fale agora com um especialista.

Homem de negócios usando um notebook

Artigos relacionados

Inscreva-se em nossa newsletter

Acesse, em primeira mão, nossos principais posts diretamente em seu email

*O iScholar precisa das informações de contato que você nos fornece para comunicar informações sobre produtos e serviços. Você pode deixar de receber essas comunicações quando quiser.